É um negócio estranho,
um aperto no peito,
uma cócega na alma,
uma alegria aliviada segurando uma lágrima,
lágrima dessas de alma líquida, como dizia o poeta.
Um sufoco que não passa, mesmo que já tenha quase, quase passado...
etapas que parecem tantas, mesmo que o tempo que falta seja tão pouco,
e etapas outras que já passaram, que agora parecem tão poucas!
Sensação de chegar no fim da escada, saber que logo ali tem uma bela vista,
mas com vontade de parar pra olhar denovo cada degrau.
Dor de despedida, alegria de reencontro,
tudo junto, tudo ao mesmo tempo, tudo no mesmo lugar.
Me encontro com meu futuro,
me apóio no meu passado,
me abraço naquelas que estiveram sempre presentes.
Me despeço, só porque me encontrei.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
Flags - Brooke Fraser
(tradução mais abaixo)
Flags
Come, tell me your trouble
I'm not your answer
But I'm a listening ear
Reality has left you reeling
All facts and no feeling
No faith, and all fear
I don't know why the good man will fall
Why the wicked one stands
And our lives blow about
Like flags in the wind
Who's at fault is not important
Good intentions lie dormant
And we're all to blame
While apathy acts like an ally
My enemy and I are one and the same
I don't know why the innocents fall
Why the monsters still stand
And our lives blow about
Like flags in the wind
I don't know why our words are so proud
Yet their promise so thing
And our lives blow about
Like flags in the wind
You who mourn will be comforted
You who hunger will hunger no more
Oh the last shall be first
Of this I am sure
You who weep now will laugh again
All you lonely be lonely no more
Yes the last shall be first
Of this I'm sure
I don't know why the innocents fall
Why the monsters stand
I don't know why the little ones thirst
But I know the last shall be first
I know the last shall be first
I know the last shall be first
Bandeiras
Venha, diga-me o seu problema
Eu não sou sua resposta
Mas eu sou um ouvido atento
A realidade tem te deixado vacilante
Todos os fatos e nenhum sentimento
Sem fé, e o medo
Eu não sei por que o bom homem irá cair
Por que o ímpio se destaca
E as nossas vidas balançam
Como bandeiras ao vento
De quem é a culpa não é importante
Boas intenções permanecem dormentes
E todos nós somos culpados
Enquanto a apatia age como uma aliada
Meu inimigo e eu somos um só
Eu não sei porque o inocente cai
Por que monstros permanecem de pé
E nossas vidas balançam
Como bandeiras ao vento
Eu não sei porque nossas palavras são orgulhosas
Eh sua promessa reconfortante
E nossas vidas balançam
Como bandeiras ao vento
Você que anseiam, serão consolados
Você que tem fome, nunca mais terão fone
Eu sei que o último será o primeiro
Disso eu tenho certeza
Você que precisa, agora irá sorrir novamente
Todos vocês solitários, nunca mais estarão sós
Eu sei que o último será o primeiro
Dessa vez eu tenho certeza
Eu não sei por que o inocente cai
Por que monstros permanecem de pé
Eu não sei porque os pequeninos sentem sede
Mas eu seu que o último será o primeiro
Eu sei que o último será o primeiro
Eu sei que o último será o primeiro
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Me apeguei às vírgulas e não vi o contexto. Desejei tanto uma letra que não vi as palavras.
Me perdi no texto, porque quis me ler, e não ao outro.
Perdi a poesia da vida porque nunca consegui virar a página.
Pode ser que seja o final do livro, pode ser que esteja em branco,
mas pode ser que tenha histórias, estórias, novas memórias.
Não quero mais resumos, não quero mais colagens, não quero citações.
(suspiros)
Mas tem dias que eu não consigo nem encontrar a caneta...
Me perdi no texto, porque quis me ler, e não ao outro.
Perdi a poesia da vida porque nunca consegui virar a página.
Pode ser que seja o final do livro, pode ser que esteja em branco,
mas pode ser que tenha histórias, estórias, novas memórias.
Não quero mais resumos, não quero mais colagens, não quero citações.
(suspiros)
Mas tem dias que eu não consigo nem encontrar a caneta...
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