Um dia eu voltei pra casa logo após uma tormenta. Encontrei no chão um galho quebrado de uma planta, que eu nem sabia qual era. Só dava pra ver que tinha sido recém quebrada pelo vento. Levei pra casa e entreguei aquele galhinho sem graça pra minha mãe, que é uma ótima jardineira, daquelas que conversam com as flores, e que sabe das técnicas pra reviver galhinhos. Eu nem vi como isso aconteceu, mas no meu jardim agora tem um pé de flor chamado brinco-de-princesa, e vê-lo ali me agrada muito! Não por ser bonito ou exótico, nem por que a flor tenha qualidades ultra-florais... pois aliás, não as tem. Suas folhas não são simétricas e as flores não tem perfume, por sua constituição. Não há nada que possamos fazer que faça Deus nos amar mais.
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Um dia, Deus voltou pra casa logo após uma tormenta. Encontrou no chão um ser quebrado, que ele sabia muito bem qual era. Só dava pra ver que tinha se quebrado por tentar se soltar da árvore. Ele o levou pra casa e entregou para seu filho, que é um ótimo cuidador, daqueles que conversam com os seres maltrapilhos, e que sabe do que um ser humano precisa para ser vivificado. Deus viu muito bem como isso aconteceu, e no seu jardim agora tem ser, que ele chama de filho, e vê-lo ali o agrada muito!. Não por ser bonito ou exótico, nem por ter qualidades ultra-humanas... pois aliás, não as tem. Seus desejos são assimétricos e seus pensamentos não tem amor, por sua constituição. E não há nada que possamos fazer que faça Deus nos amar menos.
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A Ele toda a Glória.